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O vazamento que ninguém vê é entre pessoas da mesma empresa.

Um representante que enxerga a carteira do colega não gera erro, não gera alerta e não gera log. A resposta chega bonita, com um número a mais. É esse risco que desenha a arquitetura da AYIA.

O recorte por usuário

Quatro camadas, e só a última é garantia

Instruir o modelo a filtrar funciona quase sempre. "Quase sempre" é exatamente o que não serve para permissão de acesso. Por isso as três primeiras camadas buscam a resposta certa, e a quarta impede a errada.

Camada 1

O modelo já recebe o recorte

A instrução de geração carrega os valores que aquele usuário alcança — representante, região, marca — e as colunas restritas são removidas do dicionário antes do envio. O que ele não pode ler, o modelo não vê.

Camada 2

Correção não apaga o filtro

Quando uma consulta precisa ser corrigida, o filtro do usuário viaja como cláusula intocável. Foi uma correção descuidada que originou este cuidado: a reescrita descartou o filtro e executou sem ele.

Camada 3

Exemplo aprendido entra neutralizado

A AYIA aprende com consultas já validadas. Esses exemplos entram sempre com o filtro removido, para nunca ensinarem o recorte de uma pessoa a outra.

Camada 4 · garantia

Portão determinístico

Existe uma única porta de saída para o banco, e nela um verificador em código — não um modelo — confere o recorte da consulta final, depois de qualquer reescrita. Não bateu, não executa.

Falha fechada. Se a leitura das permissões falhar, a AYIA bloqueia em vez de liberar. É o oposto do comportamento intuitivo — e é o único aceitável, porque "não consegui ler a restrição" jamais pode significar "então mostre tudo".

Isolamento entre clientes

Um banco por empresa. Não um filtro.

Cada cliente tem o seu próprio banco de dados analítico e o seu próprio dicionário. Não existe uma tabela compartilhada onde a separação dependa de alguém lembrar de aplicar a condição certa.

  • Banco de dados próprio por cliente, com credenciais próprias.
  • Dicionário do negócio versionado e escopado por cliente, nunca copiado de outro.
  • Serviços e portas separados por cliente, com implantação independente.
  • Cadastro de acesso centralizado e auditável, separado do dado de negócio.
A

Autenticação

Acesso por credencial da própria empresa, com sessão assinada e expiração. O papel do usuário vem da fonte oficial, não de uma cópia local que envelhece.

B

Identidade em todos os canais

No WhatsApp, o telefone precisa estar cadastrado para a pessoa existir. Número desconhecido é recusado com educação e sem dado — nunca cai em um usuário genérico.

C

Troca de usuário controlada

Quando um gestor precisa ver o sistema como um membro do time, isso acontece por um caminho explícito, restrito a perfis autorizados e registrado.

D

Um caminho só até o bancochave

Chat, painel, drill-down, relatório agendado e agente passam pela mesma porta de execução. Caminho novo que não passe por ela não entra no produto.

O que sai do seu ambiente

O modelo vê o mínimo necessário

Para escrever a consulta, o modelo precisa do dicionário de tabelas — não dos seus dados. Para interpretar o resultado, ele precisa das linhas retornadas. A diferença entre essas duas fases é o que define o que pode ser protegido.

Nomes viram códigos

No modo de anonimização, nomes de clientes e vendedores são trocados por identificadores estáveis antes do envio. Os números vão inteiros — a análise não perde nada.

Coluna proibida não é enviada

Coluna restrita ao usuário é removida do dicionário antes de qualquer chamada. Ela não é filtrada depois: ela nunca chega a existir naquela conversa.

Sem treinamento com o seu dado

A AYIA não treina modelo com a sua base. O aprendizado do produto é sobre consultas validadas, guardado no seu próprio ambiente.

Degradação segura

Se a troca de nomes falhar em algum ponto, o pior caso é o usuário ver um código em vez do nome. Nunca o contrário.

Auditoria

Toda pergunta deixa rastro

Sem registro não há revisão, e sem revisão o sistema não melhora. A AYIA guarda o caminho inteiro de cada pergunta — inclusive o que costuma se perder.

Fica registradoPor que importa
A pergunta como foi digitadaErro de digitação, pergunta truncada e mensagem quebrada em duas só aparecem no texto original. O texto já tratado esconde a fricção real.
A consulta efetivamente executadaÉ o que permite reconstruir o número meses depois e provar de onde ele saiu.
Bloqueios de segurançaToda vez que o portão barra uma execução, isso é registrado como evento — e vira insumo de correção.
Custo e modelo usadosConsumo por pergunta, por fase e por modelo. Custo de IA que ninguém mede é custo que ninguém controla.
Quem perguntou, por qual canalA mesma identidade no navegador, no WhatsApp e no relatório agendado.

Do incômodo à correção

O registro alimenta uma rotina de curadoria: alguém lê as perguntas que deram trabalho, decide o ajuste, aplica e só então o sistema avisa quem penou que aquilo foi resolvido — citando a pergunta que a própria pessoa fez.

O passo humano é intencional. Anunciar melhoria que não foi verificada é pior que ficar quieto.

Registro não é burocracia. É a única forma de responder, seis meses depois, de onde veio aquele número. Princípio de arquitetura da AYIA

Proteção de dados

LGPD tratada como contrato, não como selo

A AYIA opera dados pessoais em nome do cliente: nome de contato, telefone, identificação de representante e de comprador. Isso é dito de forma explícita no contrato, com papéis definidos, e não escondido em uma página de conformidade.

  • Papéis definidos. O cliente é o controlador do dado; a AYIA opera segundo instrução dele.
  • Limitação de propósito por cláusula. O dado é usado para operar o serviço contratado, e o contrato declara isso.
  • Inventário do que é tratado. Quais campos, em quais tabelas, com qual finalidade — mapeado, não presumido.
  • Minimização na prática. Anonimização antes do envio ao modelo e remoção de colunas restritas por usuário.
  • Anexo contratual disponível para a área jurídica antes da assinatura, sem cobrança e sem enrolação.

O que perguntamos de volta

Toda avaliação de fornecedor tem um questionário. O nosso costuma devolver três perguntas ao cliente, porque as respostas mudam a implantação:

  • Quem, na sua empresa, decide o que cada perfil pode enxergar?
  • Existe hoje algum relatório que circula com dado que não deveria circular?
  • Por quanto tempo o histórico precisa ficar disponível?

Traga o seu time de TI para a conversa

A demonstração técnica cobre arquitetura, isolamento, permissões e auditoria. Perguntas difíceis são bem-vindas — são elas que desenharam o produto.